Limites
Engenheiros de software, em sua maioria, se envolvem emocionalmente com o próprio trabalho. Em muitos aspectos, se parecem mais com artistas do que com profissionais “tradicionais”. Tratam o código-fonte como uma obra de arte, cuidam de cada detalhe e sentem frustração quando a empresa decide abandonar um projeto no qual investiram tempo e energia. Isso pode parecer bonito e, de certa forma, é mesmo. O problema é que esse envolvimento emocional torna engenheiros de software particularmente vulneráveis a burnout. ...